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Mulher Empreendedora

Mulheres Empreendam!

Regras poderosas para potencializar os seus resultados

Como é possível um homem escrever sobre as mulheres empreendedoras do Brasil? É simples! Muitos ginecologistas são homens capacitados e profissionais para atender as necessidades das mulheres. Nós consultores e especialistas, conseguimos muitas vezes observar detalhes de forma macro. As mulheres, no geral, são mães, donas de casa, profissionais em diversos cargos no mundo corporativo e infelizmente ainda sofrem preconceitos quando assumem cargos altos, bons salários ou quando beijam um colega no trabalho. Polemico, sim, mas real e absurdo!

Então, empreender pode ser a melhor solução para as mulheres terem mais qualidade de vida, tempo para a família, liberdade profissional ou sair da pressão de ser funcionária. Nem sempre, para muitas empreendedoras, empreender, tornou-se uma decepção. O que parece ser fácil é mais complexo do que seja possível imaginar. Nada é fácil! Para ter sucesso como funcionaria é difícil, imagine como empresária!

Alguns cuidados que devem ser avaliados antes de empreender são:
 Faça um plano de negócio profissional e se for preciso peça ajuda para um consultor.
 Busque um segmento com perspectiva de resultados financeiros ou pessoal – depende do que busca – mas não o segmento que você gosta como cliente. Quem gosta de comer chocolates, pode não ter resultados empreendendo no segmento de chocolates.
 Avalie quem são os fornecedores e como eles negociam. Conheça, pesquise, peça orçamentos antes de ter o seu negócio.
 Qual o perfil dos funcionários que você terá neste segmento?
 Qual o tempo que você irá se dedicar ao negócio, é compatível com o segmento?

Com base em pesquisas e conversas informais com mulheres empreendedoras, escrevo três regras poderosas para potencializar os resultados na vida profissional como empreendedora e nos seus negócios.

1º O negócio é seu, mas tenha foco nos clientes.
Recentemente estive visitando uma loja de roupas na zona sul de São Paulo, uma pequena loja aconchegante, fundada no início do ano passado por uma amiga. Enquanto o café esfriava o papo era colocado em dia e em um piscar de olhos, percebemos que havia uma cliente olhando as roupas, já dentro da loja. A Cecília, minha amiga, ficou com os nervos alterados quando percebeu que a cliente estava com as mãos avaliando os tecidos, um por um. Mesmo alterada, chegou perto da cliente e perguntou se precisava de ajuda e a resposta foi “estou só olhando”. E continuou olhando e a Cecilia do lado, parecia uma águia tomando conta dos seus filhotes. A cliente foi embora e não comprou nada e ainda escuto “sabia, ela veio só para me irritar. Trabalhar com produtos para mulheres não é fácil.

O que eu aprendi com este fato: as roupas estavam expostas para os clientes e a Cecilia acreditava que eram dela, cuidava como se as roupas fossem suas filhas. Provavelmente, pelo motivo da cliente estar bem vestida, qualquer movimento irritava a minha amiga – o famoso conflito entre mulheres. Se a cliente iria comprar ou não, não sei, mas aprendi que as empresas são para os clientes e não para nós empreendedores.

2º O relacionamento conhecido como networking (rede de contatos) é muito importante no mundo do empreendedorismo.
Participar de eventos, festas, palestras, cursos e encontros sobre empreendedorismo e negócios é vital para o sucesso. Através da troca de informações e relacionamento com pessoas que os negócios crescem e tornam-se saudáveis, com clientes fieis.

Como palestrante e consultor viajo muito e utilizo o serviço de taxi para os deslocamentos. Em uma de minhas viagens para Porto Velho, RO, do hotel para o aeroporto conheci a Katia, uma taxista experiente e mãe de dois filhos pequenos. Durante o trajeto conversamos bastante e ela foi contando a sua história. O taxi era do ex-marido que faleceu em um acidente e ela não sabia o que fazer com dois filhos para cuidar e dar boa educação. Foi a sua tia que apoio e incentivou a ideia de assumir o taxi do marido. Lá a concorrência é grande, principalmente com as motos taxi que cobram valores baixos. Assumiu o risco e acredito no seu potencial. Mas antes, fez cursos nas áreas de atendimento ao cliente, gestão de negócios, entre outros. Hoje, quatro anos depois, é dona de quatro carros que terceiriza para colegas homens que segundo ela, no inicio não respeitavam a sua posição e atualmente agradecem pela oportunidade.

O que eu aprendi com este fato: o relacionamento com a tia e com amigos taxistas que conheceu através do ex-marido ajudaram a Katia a construir um pequeno negócio dentro do seu segmento, mesmo com o preconceito de ser mulher, alcançou os seus objetivos.

3º Aprenda administrar e separar a família dos negócios.
Ter o apoio da família é fundamental para ajudar no sucesso dos negócios. Todos precisam estar engajados e confiantes com o negócio. Da mesma forma que o apoio ajuda, qualquer conflito pode prejudicar. Muitos negócios fecham as portas por conflitos familiares, causados por estresse emocional, falta de dedicação e foco e atritos com os funcionários.

Em São José dos Campos, interior de São Paulo, tem uma loja de rua, de sapatos masculinos. Uma loja que posso considerar, loja conceito. Excelente estrutura e vendedores treinados e motivados para atender os clientes com um atendimento gourmet. São duas sócias, as amigas Ana Cristina e Paula.

Fui contratado para fazer um treinamento de vendas e atendimento para os vendedores. Foram dois dias intensos, mas satisfatório. De alguma forma, despertei na Ana Cristina confiança para quase 10 meses depois do treinamento, ela contar uma pequena história do que estavam vivenciando nos negócios. Foi mais ou menos assim…
Então, a Paula está tendo problemas com o marido que acha o lucro da nossa loja baixo e ele quer assumir os negócios, dar palpites e mandar nos funcionários. Não sei mais o que fazer, os funcionários estão desmotivados e nós duas discutindo todos os dias. Eu sei que a culpa é do marido dela, mas ela não consegue administrar o que está acontecendo e eu também. O lucro que o marido dela achava baixo, caiu ainda mais por causa dos conflitos e falta de gestão.

O que eu aprendi com este fato: não existe certo ou errado, existe o que queremos e acreditamos que seja certo. Se queremos algo, não podemos fatores externos prejudicar. Problemas familiares devem ser resolvidos dentro da família, não podem afetar os negócios. Imagine como a Paula agora, com tudo bagunçado, irá resolver a situação? Um problema com o marido transformou-se em vários problemas que com certeza desmotiva todos os envolvidos.

Para finalizar deixo uma pergunta de Coaching para você refletir:

O que você e só você, pode fazer de diferente a partir de agora para alcançar os seus objetivos?

* os nomes divulgados neste artigo são fictícios, preservando as identidades.

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JAQUES GRINBERG

Conhece na prática as dificuldades dos empresários brasileiros. É sócio em empresas, palestrante, mentor de gestores e coach especialista em coaching de vendas.

Foi capa da revista Exame PME, convidado como consultor para participar do programa PEGN da rede Globo, caso de sucesso no site Sociedade de Negócios do banco Bradesco.

Autor do best seller 84 Perguntas que Vendem, um livro que todos os vendedores querem ter!

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